Sobe?
Sobe
Sobe?
Desce
Desce?
Desce
Desce?
Sobe
Subiiiiiiinu
Desceennnnoo
Vai prá ondi?...
Este é somente um post apressado de quem esta sindo em viagem, volto na próxima semana.
Este post é uma homenagem a série que tanto gosto, me esforçando ao máximo para assisti-la nas madrugadas de quarta-feira, posso dizer que sou um dos viciados em Lost, porém terei que entrar em abstinência a partir do dia 23 de maio quando ocorrerá o episódio final “The End”. Aviso aos fãns mais fervorosos que não tenho intenção nenhuma de explicar a série, apenas transmito um pouco da minha percepção com relação ao aspecto convivência. Coisas como eletromagnetismo e viagem no tempo, assim como as referências históricas, religiosas e filosóficas, ficarão para o futuro, ou nunca mais.
Esta é uma das historinhas que inventei aqui em casa, não sei se é boa de verdade ou se as crianças que são ótimas, mas é fantástico ver cada olhinho atento esperando o desenrolar dos fatos, melhor ainda é ouvir os pedidos de “conta de novo”, então quando minha bebezinha de cinco anos pediu que eu escrevesse, querendo levar para a escola, a fim de que a professora lesse para os coleguinhas, resolvi fazer este post, que serve também para reativar este blog abandonado. Não posso desperdiçar uma fã tão importante que tenta me divulgar, além de aprimorar minha criatividade, tenho a chance de aprender a contar histórias para estes pequenos botões que devem aflorar embelezando o mundo.
Enquanto Dodô conta as suas histórias, Vó Vani, esta sempre por perto e alerta seu filho para que não exagere, pois não deve assustar as crianças, e explica que elas gostam de fábulas e historinhas de príncipes e princesas em seus castelos.
Quando Dodô resmungou qualquer coisa ela disse que se ele não cuidasse das crianças até que elas dormissem, daria com o cabo da vassoura três vezes na cabeça dele, para que ele passasse a noite ouvindo os galos a cantar.
A grande piada das pautas legislativas, é a votação da PEC dos vereadores, o eleitorado fica a deriva destas manobras institucionais, sem que sejamos efetivamente consultados para que coloquem tal assunto em votação, para que definitivamente sejam empossados os pobres suplentes de vereadores.A meu ver um dos princípios desta decisão, entre outros que norteiam as manobras políticas, é o velho fato de os vereadores, em sua maioria, não passarem de cabos eleitorais efetivos, sejam em quanto candidatos ou depois de diplomados, são fiéis as prerrogativas do poder que emana do povo, mas não é o povo.
Enquanto isso, ocorre em meio a calmaria pós atos secretos, e a efusiva prospecção transamazônica do ouro negro existente no pré-sal, protegido por caças e não por submarinos, votações que corroem os direitos adquiridos dos trabalhadores, estão passando ao largo da mídia e da população fiscalizadora (sic), como a extinção do 13º Salário, Auxílio Maternidade, diluição da forma de pagamento das Férias, etc. O espetáculo circense quando é bem armado, o respeitado público, não percebe a montagem que se faz no palco para a próxima apresentação, numa troca de luzes, o cenário é totalmente novo. Compramos ingresso e pagamos mais caro pela pipoca e pela jujuba, somente para não perdermos nada do espetáculo.