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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Livro: Carta ao Presidente - Divulgação


... Vivo neste país desde o século anterior, neste decorrer de tempo, muita coisa mudou a nossa volta, quando nasci o Homem estava pisando a Lua, deixando sua marca na poeira e...
... Ouviu-se muito que em nosso tempo, hoje, muitas doenças estariam extirpadas, estando os tratamentos médicos extremamente...


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Adquira o livro "Carta ao Presidente - O que deseja o brasileiro no séc. XXI" organizado pelo jornalista Carlos Souza, com a minha participação.

Publicado pela Scortecci Editora – São Paulo, tem a apresentação do professor Germano Machado. A obra é composta por 22 escritores, sendo eles Ildásio Tavares, Antonio Barreto, Valdeck Almeida de Jesus, Roberto Leal, Tássio Revelat, Luiz Carlos Santos Lopes, Leandro de Assis, Leandro Flores, Marilene Oliveira, Domingos Ailton, Caetano Barata, Altair Fonseca Ramos, Grigório Rocha, entre outros.

Na obra, os escritores, através de artigos, cartas, contos, crônicas e poesias, expõem suas idéias com relação aos problemas do Brasil e apontam soluções que poderiam ser adotadas com o intuito de melhorar a vida das pessoas. Os temas tratados são os mais diversos: educação, saúde, segurança pública, meio ambiente, corrupção, direito de voto, entre outros assuntos ligados às questões políticas e sociais.

Carta ao Presidente destina-se a todos os governantes: presidente, governadores, prefeitos, senadores, deputados, vereadores. Enfim, a todo poder constituído dessa nação. Mas não para por aí. Além do objetivo principal que é mostrar o citado acima, tem o de provocar o interesse do povo para as questões políticas de seu país.

Destaque importante no livro é a diversidade dos temas abordados, sectários ou não, cada autor apresenta o seu perfil ideológico e uma noção própria de Brasil, podendo-se afirmar que todo o conjunto, é um grande abraço democrático.

O livro foi lançado na Bienal do Livro em São Paulo - 2010, em Salvador na Biblioteca Pública dos Barris. Tem sido apresentado em diversos outros eventos literários pelo país.

Preço: R$ 20,00
Comprar ou se informar
(75) 9116 8620 (Tim)

Participe da 2ª Edição
Inscrições até 31/07/11
Informações: «««» Carlos Souza «»»» 
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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Independência e Ética

“O mal de quase todos nós é que
preferimos ser arruinados pelo
elogio a ser salvos pela crítica."
Norman Vincent
  

eterminado senador, top no twitter, perguntou o que as pessoas achavam de o mandato do vereador ser voluntário, todo tipo de opinião foi apresentada pelos que interagiam, porém, a maioria optou contra o voluntarismo. Um cidadão comentou que era muita hipocrisia, um senador com salário lesivo a sociedade, pago pelo povo brasileiro, tendo votado o aumento do próprio salário, fazer tal sugestão. Em resposta o senador disse que a pergunta não merecia ofensa, obtendo como contra resposta, a afirmativa de que a questão fora aberta em ambiente público. Ou seja, democraticamente ele deveria aceitar a opinião do internauta.

O tema é paradoxal, o debate termina por levar-nos sempre ao mesmo lugar. Concordo plenamente com o “tuiteiro”, caso o trabalho fosse voluntário, estaria o senador pulando de gabinetes, mandato a mandato? O próprio senador, apoiado por outros internautas, justificava que uma câmara municipal com pessoas voluntárias, funcionaria melhor, pois estariam lá, apenas indivíduos com real interesse em apoiar e atender as comunidades. Alguém ainda sugeriu, que tal medida deveria ser adotada em todo o país, para todos os níveis parlamentares.

Divagando um pouco mais, imaginem que alguns vereadores, quando se descobrem sem qualquer futuro político, começam a atirar francamente, utilizando a sua voz de denúncia e indignação, somente como ferramenta manipulativa. Manipulam o povo com a pele de cordeiro, ao mesmo tempo em que se expõem aos líderes locais. Com o objetivo único de serem cooptados e calados, cedendo apoio incondicional, em postura de cães de guarda. Alguns por míseros, outros por milionários favores. A ideologia é não sair do mandato de mãos abanando.

Outros poderiam ser promissores políticos de carreira, perdem a paciência corroída pela pressa e ganância, acabam por vender o intelecto e a postura de homem equilibrado, por fim enterram a pose de político ético, pela promessa de figurar em algum escalão maior. Nestes casos, só servem cargos de prestígio político, nada de atuar em escalões técnicos, pois não saberiam o que fazer, digamos então, vice-prefeito ou secretário de governo. Primeira-dama não, este posto é exclusivamente para esposa de prefeito.

Quando penso em voluntarismo, fico um tanto arrepiado, judas também foi voluntário. A maioria dos vereadores, acabam por obter ganhos muito maiores, no período de mandato do que se estivessem trabalhando em suas atividades profissionais, inclusive continuam a exercê-lás em paralelo.

Se, com tudo isto, aceitam “benefícios não-corporativos e bonificações extraoficiais”, para dar apoio velado a coronéis, imagino então se fossem voluntários, os cofres públicos seriam estourados a bombas, como fazem algumas quadrilhas.

Esta é a minha reflexão para o 2 de julho.
♫♫♫ Nasce o sol a 2 de julho... ♪♪♪ ...

domingo, 5 de setembro de 2010

Os mágicos e as ilusões

Estive consultando o dicionário para verificar os significados das palavras “ilusão” e “mágico”, após alguma reflexão juntando as duas palavras, compreendi que a ilusão é a arte dos mágicos, pois estes (os mágicos) desenvolvem através de estudos e técnicas, as habilidades necessárias para conduzir um público à distração e euforia, gerando daí, a crença individual e o delírio coletivo, transformando em fatos e verdades, as inverdades e salamaleques apresentados em um palco circense ou na tela da tv.

Somente para citar alguns nomes mais conhecidos, temos: O Mestre Roldine, que escapava de correntes até em baixo da água, David Cooperfild e, Mister M, que já fizeram desaparecer avião e até navio.

Continuando a refletir, agreguei estes fatos à conjuntura política atual; fiquei espantado ao perceber que o mesmo tipo de arte com as suas técnicas, são utilizadas para se fazer campanha política e eleitoral. – Não acredito!! Gritei comigo mesmo. - Meu cérebro não aguenta este tipo de constatação. Não acredito...

São vários os mágicos em muitas categorias, uns mais treinados outros que mal conseguem esconder uma boa carta na manga, porém todos tentam com muito esmero, criar as ilusões e euforias necessárias para que os aplausos e as crenças do público do circo eleitoral, os conduzam para a glória, para o estrelato de quatro anos ou mais, quero dizer, mandato.

Devido o calor, a fome, o cansaço e a sede, o peregrino no deserto, acaba por criar imagens de paraísos que são denominados de “miragem”, e acabam em morte por inanição, muitas vezes, sem descobrir que as suas esperanças não passavam de fantasiosas criações da própria imaginação.

Estejam atentos para diferenciar o que é ilusão, miragem ou fantasia, pois o calor da campanha pode esgotar os teus sentidos, a tua fome, o cansaço e a sede poderão ser recompensados por anos de penitência e, até mesmo com a morte precoce das tuas capacidades individuais, devido a desesperança.

Quem se utiliza da verdade, não vai à tua rua ou à tua porta com palavras elogiosas e promessas vãs, não precisam dizer que são bons ou melhores, não pagam para que outros façam isto, não sentem a necessidade de fazer lavagem cerebral por meio de paródias de músicas populares ou camisas coloridas que fervilham pelas cidades, criando um verdadeiro carnaval sem blocos ou escolas de samba; estão tentando nos hipnotizar, e estão conseguindo...

Fiquem atentos, alguns carroceiros colocam uma cenoura na frente do burro para que ele ande mais rápido, ao fim da viagem, comem a cenoura e dão palha seca ao animal.

Penso que Moliere, Maquiavel e Machado de Assis, existindo hoje, jogariam suas obras no lixo, pois o que escreveram anos atrás, seria considerado como rascunho de colegial, devido à evolução do mau-caratismo gerado pela fome de poder e das técnicas de enganação que se ampliam e constituem “lei branca” democraticamente vigente.

Cuidado!!!!

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