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sábado, 6 de junho de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
CHEGA
Almirante Águia
Minha opinião forte
E meu gênio ruim
É o que fiz de mim
Sou tão somente isso
Nas sombras onde existo
Às vezes leve isopor
Ao vento que me leva
Noutras pesado torpor
Impondo-me severas quedas
Aprendi a ser assim
Traço esta caricatura
Sem causar qualquer horror
Aos que olham fundo em mim
Bem enxergam quem eu sou
Se escaneiam a alma é pura
Deixarei de ser secreto
Incendiarei toda cortina
Sairei do esconderijo
Deixarei de ser tão reto
Viverei de peito aberto
Dançarei a luz do dia
Sem roupas irei às ruas
Pois tenho um gênio forte
A vida em mim é minha
Aos rumores entrego a sorte.
Este poema é para minha irmã, te amo Olivia.
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Minha opinião forte
E meu gênio ruim
É o que fiz de mim
Sou tão somente isso
Nas sombras onde existo
Às vezes leve isopor
Ao vento que me leva
Noutras pesado torpor
Impondo-me severas quedas
Aprendi a ser assim
Traço esta caricatura
Sem causar qualquer horror
Aos que olham fundo em mim
Bem enxergam quem eu sou
Se escaneiam a alma é pura
Deixarei de ser secreto
Incendiarei toda cortina
Sairei do esconderijo
Deixarei de ser tão reto
Viverei de peito aberto
Dançarei a luz do dia
Sem roupas irei às ruas
Pois tenho um gênio forte
A vida em mim é minha
Aos rumores entrego a sorte.
Este poema é para minha irmã, te amo Olivia.
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segunda-feira, 18 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Poema sobre as coisas vãs
EFEMERIDADES
Almirante Águia
Acontecimento de roça
Toda nova é novidade
Acontecem só por lá
Cisma o povo da cidade
Tarde destas uma ave
Toda nova é novidade
Acontecem só por lá
Cisma o povo da cidade
Tarde destas uma ave
Lindo e parvo pavão
Sarapanta a calmaria
Foge as regras da razão
Corre atrás da raposa
Embaralha-se com gato
Acuado por cachorro
Peru lhe dá um trato
Gansos como sempre
Dão bicadas no incauto
Pula aqui, sapeca lá
Sem pose, sem penas
Coitado tá sem rabo
Pavão serve pra nada
Cutelo no pescoço
Enriquece a panelada
A beleza é posta a mesa.
Sarapanta a calmaria
Foge as regras da razão
Corre atrás da raposa
Embaralha-se com gato
Acuado por cachorro
Peru lhe dá um trato
Gansos como sempre
Dão bicadas no incauto
Pula aqui, sapeca lá
Sem pose, sem penas
Coitado tá sem rabo
Pavão serve pra nada
Cutelo no pescoço
Enriquece a panelada
A beleza é posta a mesa.
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